segunda-feira, 31 de dezembro de 2007

Ano Velho - Ano Novo

É. Mais um Ano chega. Mais dias intermináveis a existir, que terão de ser engolidos com ou sem álcool, cigarro ou outras drogas. Lembro-me de ter lido uma crônica que falava sobre a incrível mente que determinou os 365 dias como um ano. Claro que ele estava preocupado com o controle do giro da Terra em torno do Sol, mas putz ! Nós precisamos dessa noção de tempo, de descanso, de renovação, de reformulação, de banho quente e bom sono. Na realidade é só mais um dia, só que nós humanos precisamos criar regras para nos forçarmos às mudanças.

Um tempo de, ... Faxina, em nós e no nosso pequeno universo.
É um momento ótimo para retomada de antigos projetos, amores, vontades, desejos; um momento, excluído do tempo para uma limpeza pessoal, decisões e retomada de valores.

hehehe Promessas também, nota metal: Observem as pessoas mais nervosas ou chorosas e ouçam como elas fazem uma prece prometendo Deus e o Mundo.

Apesar de não ser uma pessoa muito clima de Natal e fim de Ano, aconselho a repensarmos nós mesmos, nossas atitudes e nosso mundo.

Então que venha o Ano-Novo! Eu não estou pronto e tenho certeza de que nunca estarei, mas e daí? Vamos aproveitar os sabores e dissabores dessa mais nova aventura.

Essa mentira bem contada de Ano-Novo, foi uma das melhores que já inventaram.


Outra coisa, umas incríveis simpatias para um 2008 maravilhoso !!!

Uma que eu adoro é começar 2007 sem nenhuma conta pra pagar, é incrível como isso facilita sua vida, só que é meio difícil de fazer. Hum vejamos, eu também adoro outra que é o seguinte no ano seguinte, escolha um dia para ser uma pessoa de bem com a vida. Se você for religioso, pense em por que Deus está te fazendo viver aquele momento. Obs.: Essa simpatia permite seu ano ter uma grande probabilidade de ser maravilhoso, se você fizer 365 vezes seguidas, parece aquela de pular sete ondinhas seguidas né?

Ah, eu também gosto da seguinte simpatia: Escrevo numa folha de papel todas as minhas reais vontades na vida, se não souber o que quero escrevo “ter alguma meta na vida”. Daí colo na parede do meu quarto isso, ou algo que me relembre isso e tento manter esse pensamento fluindo na minha mente durante o resto do dia. No dia seguinte, cumpro a simpatia. Se dá certo? Vou ver no final do ano. Encontro vocês lá, ou não.


domingo, 9 de dezembro de 2007

Escrever coisas inúteis nem sempre é inútil

Só quero levantar uns raciocínios simples que tive, ou li em algum lugar, mas se li não me lembro.

Conversando com meu amigo Koala hoje, falei sobre o fato da lei da gravidade. O cara chega e escreve uma “lei” sobre as coisas que caem da altura em que estiverem para atingirem o solo. Falando dessa maneira, parece ser bem lógica, e para nós é tão normal que chega a ser sem-noção comentar isso.

Mas aí é que está. Primeiro de tudo a lei não era só isso, e o mais importante, se ela não tivesse sido “escrita” não teria sido estudada.

Percebam só, toda tese para que seja forte e consiga ser disseminada no mundo, precisa ser criada (lógico), mas precisa de uma antítese que a teste. Como uma chance de que ela esteja errada, uma dificuldade a ser vencida, uma questão mais difícil de explicar para assim, e somente assim, termos a síntese que é validada.

Esse é o processo de crescimento de conhecimento. Todo conhecimento para ser respeitado tem de ser contestado. Isso me remete ao texto anterior, sobre a função evolutiva dos do - contra .

Mas, se Issac Newton não tivesse se dado ao trabalho de criar um estudo sobre uma coisa simples, que é uma maçã cair do galho de macieira e chegar até o chão, não se teria chego à conclusão da sua lei da gravidade. Ou seja, às vezes precisamos de uma gama de informações simples que nos permitem ordenar o pensamento até compreender outras complexidades.

Porque quando ele chegou e falou dessa lei, certamente alguém veio e disse que ele era um burro e veio na brincadeira de jogar uma folha de papel ou outro material. Daí, Newton rebateu com a explicação do ar e a área da folha de papel, e todo mundo foi assistindo a discussão e tendo as suas próprias idéias. Esse é o ponto chave. Esse discutir de idéias foi responsável pela lapidação do conhecimento acerca de algo bastante simples.

E depois tem as pessoas que estudam essas leis e discutem. Toda discussão se observada por pessoas que tenham atenção é como uma grande luta.

Quem estiver atento à “luta” perceberá um monte de coisas que podem ou não ter nada a ver com o termo luta. Alguns vão perceber a musculatura se esticando, outros ficarão mais espantados com as expressões corporais de domínio da situação, outros enxergarão a luta como uma dança, e ainda vão ter os que irão comentar sobre os motivos da luta e o que isso gerará.

Ou seja, tem doido pra tudo! Cada um vai ver o que interessa para si e absorver informação para aumentar seus conhecimentos pessoais.

Como exatamente este texto e todos os outros que eu escrevi, em si, pode ser que não sirvam para muita coisa ou quase nada, mas são aquilo que preciso expor para depois ser questionado e questionar a mim mesmo. Vamos ver no que dá.