Billy Corgan dos Smashing Pumpkins comentou no Globo
( http://bit.ly/arGC5D ) sobre sua desilução do poder de modificação da música, sua transformação em puro (somente) entretenimento. Ano passado li a mesma opinião vinda da banda Skank.
Enfim, gostaria só de saber se alguém já teve alguma epifania em relação à música. Tenho certeza de que isso é mais fácil com um livro, porque o tempo de relação entre leitor e as palavras permite uma modificação da percepção que também pode se chamar de hipnotismo através da leitura.
Mas nenhum poder de mudança? Só entretenimento? Será que tudo tem preço? Será que a Geração Y querendo mudar o mundo conseguirá deixar para a próxima geração (Z?) alguma coisa não-vendável?Ou pelo menos ouvir com consciência da letra e talvez, talvez, mudar um pouco de atitude. Será que vocês não conhecem alguém que ao ouvir uma música perguntou quem era o cantor, ou sua influência, ou leu alguma coisa além da letra, pesquisou a fonte de inspiração ou se identificou a ponto de agir.
Espero que a liberdade da internet permita o trâmite de músicas com conteúdo, livres da pressão das rádios, dos empresários, música que seja apreciada por vontade e não por insistência.
Que aquilo que se lê, ouça, vê, sinta, prove tenha sua reflexão pessoal.
Peço que não consuma livros, não consuma música, não consuma arte, cultura, não consuma, saboreie. Não precisamos ser densos o dia inteiro, gritar ou rebolar pra relaxar é correto, é salutar, a vida é muita pressão na cabeça sim!
Mas ouvir que "a novinha tá dando demais e é bom" e ficar rindo, pra mim não dá !
A propósito, pra noticiar, estou sendo bastante influenciado pela música dos
"Os Seminovos", letra na minha opinião, decente com bom arra http://charges.uol.com.br/seminovos_manifesto.php
Que sejamos pelo menos conscientes do que nos alimentamos.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
Música e poder de transformação
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Nossa Mesa Redonda
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Tópicos Entretenimento, filosofia
domingo, 19 de abril de 2009
Não morremos !
Caros leitores, todos vocês, três. Não morremos, ainda vivemos. Por motivos de forças nada ocultas o blog continua destualizado. Voltaremos com força normal em julho, até lá, estamos juntando posts.
Agrademos a atenção daqueles que aqui frequetam e a paciência dos que aguardam.
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Nossa Mesa Redonda
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22:37
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Tópicos férias
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Obama Vader
O primeiro presidente negro dos EUA. Nossa, eu vivi pra ver isso.
Será que vai ter uma revolução? Pelo menos valeu a pena os 20 e tantos meses de comício dele! Será que vai ser um bom governo? Será que vai contornar a crise econômica? Será que apesar de ser a esperança de um mundo melhor, ele não vai se apresentar uma má pessoa ?
Bem a esperança é a última que morre e assim como eu tive esperança com Lula, o que me desapontou um pouco, mas não totalmente, tenho esperança com OBAMA. Ele não é só a chave, ele é o momento da mudança. Se existe algum momento em que os sofridos do povo americano gastarão suas chances de acreditar em alguém, será nesse cara, será nesse governo.
Todos os outros, mesmo que sejam de outras etnias étnicas, tenham vindo de uma família pobre ou quaisquer minorias que possam ser descritas, não terão a mesma confiança da "MUDANÇA" que este cara tem hoje. Qualquer outra pessoa dessas classes se candidatando, mesmo que queira mudar, será encarado como mais um Obama da vida. Duvida? Pergunte pra alguém se aparecesse algum ex-metalúrgico se candidatando a presidente se teria confiança da mudança.
Se vai dar certo, ninguém sabe. Só sei que não temos muita escolha a não ser esperar pra ver.
No entanto, tenho receio em relação ao Obama quanto à lógica de Darth Vader. Alguém em quem todos acreditaram que ele faria bem, inclusive ele mesmo. Queria tanto fazer o bem, que passou a se utilizar de meios forçados para que o bem imperasse. E aí, levado por forças maiores do que qualquer ser humano, foi induzido que o mal era a única solução.
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HOVO
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21:34
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sexta-feira, 17 de outubro de 2008
Porque compramos tanto
Fui comprar um celular. Meu celular ainda faz parte daquela época em quer ter uma única cor azul ou verde era o auge das telecomunicações. A única coisa que eu queria era botar uma música em formato .mid pra tocar no celular quando alguém me ligar, só! Perguntei humildemente aos meus compatriotas sobre celulares de baixo preço e com funções mínimas. Fui atropelado com perguntas sobre quantos pixels eu queria na câmera, quantos jogos eu baixo por semana e se 3G era pouco pra mim. Desde quando o celular ficou um papo tão interessante? Conversam sobre modelos de celular, como quem fala dos modelos de carro ou de filmes. Tantas nuances, detalhes, ... “ah, eu gosto daquele que abre lateralmente” “eu gosto do som do WXY8KLIJZZ2-
Horas, algumas pessoas são bonitas por natureza, outras se esforçaram em exercícios físicos e alimentação melhor, mas as pessoas não entravam em depressão por não serem maravilhosos, aceitava suas imperfeições e continuavam.
Mas se eu posso ser aquilo que eu quero, pagando uma graninha para uma lipo, um xampu de extrato bio-pseudo-vegetal, oras bolas, me dá vende esse elixir da juventude aí!
E agora que já tomei meu “copo d´agua” pra saciar minha vontade de ser escritor, dá licença que tenho comprar uns livros pra saciar minha vontade de ser intelectual.
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HOVO
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22:22
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quarta-feira, 24 de setembro de 2008
A fantastica arte da Hipocrisia ou Passeatas para a Paz: Vida e Morte
Me impressiono. Me impressiono com os protestos de uma nação que não nasceu para isso, não nasceu para protestar. Uma nação pobre, pobre de ideais, de idéias e, acima de tudo, de ação. Nação brasileira das outras mil, iluminada ao sol opaco do novo mundo, que deixa morrer suas crianças para só então sair às ruas, em tentativas vãs de reaver um tipo de paz que só haverá até a sepultura de seus filhos.
Me impressiono com a cara-de-pau dos que bradam tanto quanto seus pulmões permitem frases que seriam melhor ditas se assim não fossem e que põem a cara na televisão, juntam as mãos e fingem acreditar no futuro que pregam. Fingem acreditar em boas pessoas, em boas índoles, em soluções rápidas, quando, na verdade, só esperam sentados até que esta lhes caia em suas cabeças descrentes.
Me impressiona também a facilidade com que os gritos se esvaem, sem eco, ocos, perdidos em uma enxurrada de novidades políticas, humorísticas, tecnológicas. A velocidade que traz à tona um punhado de ideais (utópicos, não sob o ponto de vista da aplicabilidade, mas o da solidariedade) sobre a resolução dos mais diversos problemas, é a mesma que os leva embora. O povo esquece, e isso ele sabe fazer de uma forma que já não me impressiona mais.
* * *
Observação importante: a regra culta NÃO me permite iniciar um parágrafo com o pronome átono "me" (e nenhum outro), mas a licensa poética e a minha cara a tapa resolvem o problema da burocracia.
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Caio Costa
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quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Wile E. Coyote

Esse desenho é demais. É simples, com várias piadas recorrentes, e, o mais interessante para mim, é que a maioria das pessoas é solidária ao Coiote!
Quem nunca riu vendo o coiote tentar abocanhar um pedaço suculento do galo-corredor, que detone a primeira banana de dinamite.Hoje (uns dias atrás) eu não fui trabalhar - fiquei doente - e passei a manhã na cama vendo desenho. Passou um episódio em que o Coiote tenta comer o Pernalonga. No início, Wile C. se apresenta ao Perna, dizendo-se um gênio, e que iria comer o coelho. Pedia que se entregasse logo para poupar-lhe tempo heheheh
Foi aí que eu percebi que o Coyote é um engenheiro! huahauha Ele inventa várias manobras, equipamentos, estratégias, para conseguir sua comida. Vocês podem falar que os planos dele nunca dão certo, mas os inventos dele sempre funcionam.
Fiquei imaginando se o autor do desenho não quis fazer uma crítica à sociedade americana. Será que ele queria atacar as grandes empresas de engenharia que comiam os pobres trabalhadores, dominando tudo com sua tecnologia? É, eu posso estar roubando um pouco das idéias do teórico conspiracionista Hovo, mas pode ser, não é?
E o fato do Coiote ser tão simpático? Que sentimento é esse que nos faz sentir pena de uma pessoa má?
Bem, eu não penso que o Coiote seja um cara mau. Ele está tentado se alimentar. Coisa comum na natureza... Além do mais, em alguns casos, acho que os autores abusam um pouco da malandragem e forçam a barra para salvar o Papa-léguas.
Eu continuo gostando do desenho - e acabei de lembrar de mais um de seus méritos: não possui diálogos! -. Comecei a gostar mais ainda depois que eu reparei que o Coiote é um engenheiro nato! haahuaah
Essa é pra você Nadson! Comenta aí pow!
P.S.: Essa pérola de poema eu tenho que compartilhar com vocês. Apenas uma estrofe:
A gente vai se encontrar,
Tenho certeza, numa bem melhor.
Sei que quando canto você pode me escutar.
Letra popular de banda de música sofredora (ou seria banda sofredora de música? ou ainda banda de música sofrível?)
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Diego Koala
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quarta-feira, 10 de setembro de 2008
Pensamento
Toda e qualquer discussão invalida seu propósito quando, e somente quando, perde seu foco e passa a ser um embate inútil de ideais imutáveis.
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Caio Costa
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14:57
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Tópicos filosofia
sexta-feira, 22 de agosto de 2008
Toda expressão pessoal é idiota
Toda arte é individual. Isso não é inventado por mim, mas sim profetizado por Oscar Wilde. Toda arte é uma expressão da pessoa sobre como ela enxerga o mundo. É usar as próprias palavras para contar as histórias que seus ouvidos escutam.
Nisso está a dificuldade de interpretação. Se eu vejo um mundo verde, mas o expresso em amarelo, uma pessoa que veja o mundo azul, lerá minha expressão regra, mas as regras de probabilidade mostram que a interpretação será múltipla de uma mesma obra.
Aí nós podemos transmitir nossa visão para a política. Apesar de ser uma área supostamente lógica, existe muito sentimento das necessidades envolvido. Um acredita que é mais importante isso do que aquilo, e outro acha que o aquilo é importante, mas o treaquilo é mais urgente, e um terceiro enxerga que se o quaquilo é vital pois irá se exprimir uma escalar evolutiva geométrica pra inibir o quintaquilo e o isso não tem nada a ver com aquilo.
Nossa democracia é vital para a exposição de todas as expressões de visão, mas invariavelmente tende à anarquia interna se não houver um acordo de interesses.
Ah, acordo de interesses leia-se “corrupção”.
Isso mesmo, corrupção !!! Não no sentido do dicionário, de corrompido, depravado, subornado, condizendo a benefícios ilegais em troca de outros benefícios também desonrosos. Mas no sentido de facilitar os interesses de outrem, em troca de uma facilitação em seus interesses.Não me julguem, não fiz a história!
A miopia na visão estratégica de um governo pode ser encarada como diferenças nessas interpretações e assim para uma resolução efetiva, que acompanhe com a força do Estado, é necessária a corrupção. Pelo menos para atender cada necessidade de uma vez.
Imagine só. Somos dois políticos. Eu acho que a saúde é mais importante que a educação, e você acha o inverso. Temos um mesmo recurso financeiro, sabemos que dividir em dois deixará os dois investimentos fracos, então existe uma corrupção, te facilito agora na educação e no próximo ano você me apóia na saúde.
Claro que estou representando um lado bom da corrupção, mas esse lado que quero enfatizar. Dizer que os jogos de interesses não são tão sujos como se coloca. Interesses altruístas devo relembrar, não estou defendendo os interesses pessoais.
A solução para definir o governo, a corrupção e a sociedade como bons ou maus?
Nunca tive tais pretensões, o que eu gosto de pôr lenha na fogueira. Alguém joga mais um graveto ??
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HOVO
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20:07
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Tópicos política, sociologia
sexta-feira, 15 de agosto de 2008
O trabalho dignifica o homem
Que bobeira! O que me dignifica é o dinheiro que está entrando na minha conta. Se não fosse pelo dinheiro, acham que eu iria acordar cedo, me estressar, enquanto poderia estar fazendo mil coisas mais divertidas?
Apesar disso, alguns pontos positivos podem ser citados: novas pessoas são encontradas, novas amizades, outra realidade e visão de mundo. Mas daí dizer que se é menos digno porque não se trabalha acho que não tem muito a ver. Aliás, digno de que? Pena? Respeito?
Isso vem com as ações da pessoas, e não apenas com o fato de trabalhar ou não. Afinal, o ladrão sai cedo de casa, marca seu ponto, realiza seu trabalho, complicado e estressante, e volta no final do dia com o "de comer" da família. E aí?
E viva dinheiro na conta!
*Post rápido porque agora o tempo encurtou um pouco. Antes: 12 horas de sono, algumas de faculdade e o resto de bobeira. Agora: 6~7 horas de sono, 6 horas de trabalho, mais algumas horas de faculdade e o restinho tenho que 'estudar' pra sair da faculdade!
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Diego Koala
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19:58
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sábado, 2 de agosto de 2008
Saiu no Jornal
Este post é mais informativo. Saiu no Jornal O Globo, mais precisamente no Globinho, uma matéria falando da censura das propagandas de Fast-Food. Ler aqui
Ao que parece, as crianças são o principal alvo dos anúncios, que são mais facilmente influenciadas. O Ministério da Saúde alega que por o consumo desses alimentos (Fast-Food) ricos em gorduras, sal e açúcar traz malefícios à saúde das crianças, isso as levaria a uma obesidade infantil ou facilitaria o aparecimento de distúrbios alimentares e mal à saúde.
Ou seja, o que antes era legal de se fazer, atividade normal de grupos de amigos, encontro de amigos, válvula de escape teen para o stress, agora faz mal a saúde e deve ser evitado.
Não posso deixar de ver essa associação com o cigarro, que antes era algo de alto nível, elite, sensual, saudável, sabe? Trazia toda uma aura de ser superior para quem o detinha nos dedos e depois se tornou vício cancerígeno destruidor de vidas, símbolo de intelectuais artísticos, mas ainda assim rejeitado em muitos cantos. Proibido em diversos locais públicos, só falta proibirem em todo espaço público como já existe em certo país oriental.
Toda essa trama já foi apresentada no filme Obrigado por Fumar, aprese
ntando não apenas uma defesa do direito de fumar, mas uma limpeza da atitude míope de colocá-lo como vilão quando existem tantos outros também tão absurdos.
Isso no fim, me leva a questionar, o quanto é verdade as verdades de hoje? Quantas coisas existem hoje em dia, que nos marcam para a morte certa e sofrida e nem somos avisados?
Será que eu tenho em casa uma antiga máquina de tortura usada hoje em dia para aquecer alimentos? Será que tudo que me dizem é verdade, pelo menos até semana que vem?
Enquanto não somos informados das verdades e inverdades publicadas como certezas cunhadas em tábuas divinas, vamos achando graça dos nossos antecessores, rindo como eles eram bobinhos ao acreditar em cada invenção provada hoje pela história como mentira.
E depois serão nossos filhos rindo de nós.
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HOVO
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12:09
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quinta-feira, 10 de julho de 2008
De como eu passei a odiar festas juninas
e vim para a casa mais cedo. Ao chegar em casa, tomei meu banho quente e reconfortante, fui aproveitar o final do pôr-do-sol tentando não pensar no trabalho de amanhã.
Observei meu carro velho de guerra.
Estava sujo, por dentro e por fora. Até que eu tomo cuidado com sua mecânica, porém não tinha tempo para um cuidado externo.
Subitamente decidi lavar o carro. Já eram 19hs quando puxei a mangueira e liguei as luzes da garagem para cuidar daquele que há tantos anos me acompanha.
Joguei água, passei um pano (estopa) com água e sabão para limpa-lo. Fiz questão de lembrar das rodas e calotas. Depois de lavado e secado, resolvi incrementar, peguei cera para polir o carro. Cuidei muito bem do meu garotão. Quando terminei, encarei-o de frente e fiquei orgulhoso de mim mesmo, por cuidar tão bem do meu bebê. Coisa fofa do papai!
Peguei ainda uma capa, VEJAM SÓ! Uma capa para cobrir o Orgulho da casa! E não era qualquer uma dessas capas de uma camada não, era da mais grossinha.
Fui pra casa, ansiando pelo momento de ir para o trabalho de manhã e passear com meu parceiro. Em casa, vendo TV e ouvindo as festas juninas rolando afora. Quando ouvi um BOOM!!! Alguém estava soltando balão com fogos de artifício. Pensando, percebi que os fogos vão pra cima e não vai cair no meu quintal e meu carro está também protegido pela capa, mesmo o fogo não pegaria naquele tipo de capa com uma faisquinha.
BOOM! Puxa, esse foi mais forte, o balão deve estar passando aqui por perto.
Por essa luz que me ilumina, eu fiquei bolado da porr* quando abri a porta de casa e vi uma porr*da de papel picado no chão! Pensei put* que p*riu, que aconteceu aqui, corri para meu carro, pensei por um momento que estava tudo bem, mas me enganei.
Depois dessa, pra mim chega de festa junina, sempre tem balão nessa porr*! Balão, vai pra casa do CARALH* !!!
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quinta-feira, 3 de julho de 2008
A arte de criar
Muitos acreditam que os grandes estudiosos possuem um momento próprio de inspiração, além de alguns amuletos, sais, incensos e demais elementos que possam expandir a mente sem o uso de drogas, ou não.
Bem, infelizmente muitos estão certos! Existem vários casos de músicos, pintores, desenhistas, artistas em geral que criavam maravilhas a base de muito álcool, talco para cheirar e duendes sorridentes. Cada um na sua. E longe de mim.
Quando se necessita criar algo, do nada, deve-se primeiro pesquisar.
Para se criar algo, pesquisar o tema, ler, reler, sentir ou seja, ativar primeiramente todos os sentidos humanos possíveis. É preciso respirar o foco da criação por um tempo, manter fluindo na mente os textos lidos e relidos. Daí vem a mágica. Deixe de lado.
Por mais incrível que pareça, a grande tacada é deixar de lado tudo isso que você gastou horas ou mais estudando. Por um tempo, não pense no tema, pense em outras coisas, distraia-se, viaje ou o melhor, durma.
A partir do momento que você desvia sua atenção para outras coisas, toda a informação retida anteriormente vai para o seu subconsciente. Todo o trabalho de raciocínio será feito pelo seu inconsciente, que conseguirá reorganizar a informação melhor do que se esta for estudada exaustivamente pelo consciente. Se for dormir, melhor ainda, o descanso audiovisual do consciente permitirá que toda a energia seja transmitida para o inconsciente que fluirá muito mais facilmente. Claro que ao acordar, será preciso um pouco mais de tempo para o resultado, mas veja só.
Após o inconsciente reorganizar seu tema, você precisa estimular o consciente, dar atenção à alguma coisa que não seja o tema. A sua mente por si só fará a interligação dos dois níveis de consciência e a solução irá nascer na sua mente.
Parece bom demais pra ser verdade. Mas é verdade. Para assuntos técnicos, ler, estudar observar e praticar; Mecânicos, dobrar os aparelhos, observar de vários ângulos, ver trabalhando; Artísticos, emocionar-se, claro que estudar as técnicas para a produção, mas a inspiração é a emoção.
É uma ótima dica, quando não tiver inspiração para uma coisa, primeiro a respire e depois a esqueça.
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HOVO
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quinta-feira, 26 de junho de 2008
Irreversível
Sessão cinema em casa/PC essa semana. Esse filme já estava na minha lista a algum tempo. Depois que eu "arranjei" ele pra ver, ainda o deixei um tempo de lado, até que finalmente me sentei na cadeira e botei pra rodar.
Não lembro o último filme que eu vi que fosse tão pesado (Sabe 8mm, Nicolas Cage? Fraco...).
No começo, breve introdução, um diálogo entre dois homens nojentos. Depois, os primeiros momentos da história: a câmera rodava tanto e o teor das cenas era tão sinistro que eu já estava passando mal. Tudo bem que eu já estava com um pouco de dor de cabeça antes de começar a ver, mas aquilo tudo me fez piorar. Nada nessa cena é de graça.
Era uma cena escura, um homem descendo os andares de um clube gay de terceira categoria, atrás de um homem chamado "Tapeworm"(Lombriga). O nome do clube era "Rectum".
Depois dessa cena, contínua, de câmera girando, depois de uns 10~15 minutos, finalmente o filme termina, com um tiro na nossa cabeça. Depois do choque, percebemos que o filme é contado em ordem cronológica invertida, começando pelas cenas finais. E assim vai, cada cena adiante explicando a cena anterior, até o final do filme.
O que eu achei mais interessante no filme é que ele começa te esmagando psicologicamente e vai abrandando, cenas cada vez mais lentas. No meio do filme, mais uma porrada, em uma cena de 10 minutos sem cortes. Depois, o filme chega a ser bonito.
O filme traz o real e joga na nossa cara. Flerta com a irreversibilidade das nossas ações, do acaso.
Na cena final, a maravilhosa Monica Bellucci está deitada num parque lendo um livro. O clima ameno, dia de sol, crianças correndo, 7ª Sinfonia de Beethoven. Isso tudo faz você esquecer o que aconteceu no começo do filme, ou o que acontece no final daquele dia.
Gostei desse filme, pra mim é um filme que traz esperança. Você nunca sabe o que pode acontecer; o futuro pode apenas ser aguardado. O momento atual deve ser vivido plenamente. Apesar disso, a linha final do filme é “O tempo destrói tudo”. Cada um interprete do seu modo...
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Diego Koala
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quinta-feira, 19 de junho de 2008
Casos de Sala de Aula
Eu havia decidido, prometi e respeitei minha promessa.
Mas é como diz o velho ditado: "Vivendo e aprendendo e quebrando promessas."
Não consigo resistir à minha veia pseudo-cronista de fatos que me acontecem. Conto-lhes agora do caso da quase cola pegado pelo professor, só que o aluno a ser reprovado por cola, foi o único que não colou na prova.
Lá estava eu, saindo apressado do banheiro, com o pensamento fixo : "Não posso me atrasar, não posso me atrasar, não posso me atrasar ..."
Aquela seria última prova de uma série de 7, já estava cansado de tanto texto para ler. Confundia os termos de uma matéria, com os números de outras, com os artigos de uma terceira que invariavelmente me fazia esquecer a primeira.
Será que nos estudos de Pedagogia/Psicologia alguém descobriu (ou pensou errado) que a seqüência de avaliações e testes e trabalhos fazem um estresse mental nos estudantes de tal forma que eles aprendem???? Será que é por isso que fazem com que soframos este período?
Não, deve ser só burocracia para facilitar a burocracia de ensino mesmo. Uma entropia que se ajuda, brilhante!
Ao chegar à sala, avistei meus companheiros de estudo, que poderiam me auxiliar ilicitamente durante a prova, porém antes mesmo de dar 2 passos, o professor aponto para mim e depois para uma cadeira, na frente da sala. Logo a primeira, onde num raio de um metro e meio, não havia ninguém sentado. Pensei em discordar de tal pedido caloroso e risonho (ele sorriu um sorriso muito falso, do tipo que podia ler meu pensamento enquanto o xingava), mas pensei que se recusasse, iria me encontrar em maiores problemas. Aceitei com um sorriso !
Era uma prova que continha números, cálculos, variações, projeções, enfim, tudo que precisava de uma calculadora. Ao pegar a minha percebi que as baterias haviam saído dela e ...
bem parou por aí mesmo, pois foi essa a minha reação ao perceber que eu só tinha a calculadora e não as baterias. O vazio no ar .... e eu já vendo as minhas notas se transformando num único símbolo circular . Com cara-de-pau encarei a prova, com lápis na mão e muita borracha gasta no chão.
Foi quase um momento iluminado quando o professor chegou perto de mim e eu, ao perguntar se poderia pedir uma calculadora emprestada ao meu colega, ele me emprestou a dele mesmo .... mas a iluminação desse momento sublime passou quando eu percebi que ele fez isso para que eu não pudesse ter a chance de colar através da calculadora. Espertinho ...
O que me surpreendeu, foi a cara dela, que olhou pra cola no chão, olhou pra mim, ... olhou pra porta e saiu.
Ainda me olhou pela porta com aquela cara de “... é ... se deu mal”
Estava eu, uma cola que me incriminaria um professor lerdo corrigindo as provas que não viu a cola e um zero na certa; Pela prova ou pela cola. Foi nesse momento, que respirei fundo, olhei pra prova e pensei:
"FUDEU !"
Mas, por um milagre do destino, uma outra menina foi entregar a prova, rezei para que ela percebe-se a mensagem que eu transmitia por telepatia ou inconsciente coletivo, ela que escolha a operadora, mas que perceba a cola e tira-sE DE LÁ !
Após ela entregar, eu fiz presença de corpo para impedir a visão do professor e entreguei cada uma das folhas, pausadamente, olhando para as respostas. Ele estranhou o meu apego à prova, mas nada falou. Entreguei-lhe a calculadora, e quando me virei, esperando pelo pior, FUNCIONOU !
A menina entendeu minha comunicação metal e retirou a cola do chão. Ao encontrar com ela do lado de fora, após rir de mim por ter deixado a cola cair, expliquei a situação ocorrida. Rimos, eu principalmente! Saí de um zero pela cola para um zero pela prova, mas tudo bem, o ruim é a situação de cola.
Hoje, após esse fato, treino minha mente para incitar mulheres a me darem seus telefones, ao cachorro para pegar o jornal e meus amigos para me emprestarem dinheiro.
É incrível o poder que temos nas horas de necessidade.
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HOVO
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domingo, 8 de junho de 2008
Política para todos
Eu estava um dia desses sem nada pra fazer, vendo TV, e resolvi parar pra ver a TV Senado. Na ocasião estava sendo discutida a posição do Tribunal de Contas (TC). Um dos envolvidos começou a citar alguns artigos da Constituição. Num dado momento ele falou numa função "judicante" do TC.
Eu parei um momento e fui buscar o significado dessa palavra - judicante. Demorou a me ocorrer que se tratava da função "de julgar". Óbvio, vocês dizem. Concordo. Além dessa palavra, ainda tive que queimar neurônios para acompanhar a idéia contida nos artigos da Constituição citados. Não é fácil.
Nesse post eu quero salientar a dificuldade de se entender o mundo político.
Eu possuo um pouco conhecimento e algum interesse sobre a vida política do nosso país; procuro saber um mínimo do que acontece na esfera governamental.
Mesmo assim, praticamente não entendi nada do que estava sendo discutido naquela sessão.
Acho positiva a idéia dessa TV Senado e TV Câmara. O primeiro problema que eu vejo é que, pelo menos na minha cidade, o canal só é transmitido pela parabólica. Quantas pessoas tem possibilidade de adquirir esse produto?
Essa iniciativa de publicidade perde ainda mais força no momento em que a maioria da população não tem a educação necessária para acompanhar a discussão política.
Eu, que tenho interesse e me esforço para aprender, possuo uma boa base cultural e educacional, não entendo quase nada do que é discutido pelos políticos. Num país com a nossa estrutura educacional é quase inútil transmitirem as sessões das Casas Legislativas na televisão.
Essa situação poderia ser atenuada se os Poderes se esforçassem para disponibilizar seus atos de forma mais clara e acessível para nós, simples cidadãos. A democracia agradeceria.
Thomas Wlassak, nesse artigo, explica bem o princípio de publicidade, com base na Constituição Federal. Vale a pena ler.
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Diego Koala
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23:15
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quinta-feira, 29 de maio de 2008
Repórteres ou leitores
Estive pensando acerca dos paparazzi e sua busca por informações das celebridades ou de qualquer fato que gere notícia. Se o repórter tem a intenção, e missão de informar, ele deve procurar a informação e gerar comunicação a partir da notícia. Mas sabe-se que o controle da informação inútil poder ser bastante vendável, tipo, quanto a Mulher Melancia calça ? Ao passo, este repórter só faz aquilo que sabe que irá ser comprado pelo consumidor, ele é só uma ferramenta de informação inútil porque é procurado pelas pessoas ou ele tem mais poder e decide que tipo de informação o leitor irá desejar ? Fica pra vocês.
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quinta-feira, 22 de maio de 2008
Onde está o EMO?
Onde está o Emo? Tem ouvido falar dele? Onde está NX Zero, Dibob, Simple Plan? Pois é, e alguém achava que esse tipo de música ia durar muito tempo? Todos sabiam que essa vertente do rock era apenas moda e mídia.
Mas por que uma coisa como essas consegue influenciar tantas pessoas? Como ela alcança o mercado de tal forma a transformar tudo em emo?
Acho que isso é coisa de adolescente mesmo. Essa mania de querer inventar, mania de querer ser diferente e novo. Comportamento típico da tenra idade. É, eu já fui adolescente (!), eu sei como é. E o adolescente controla a praça popular. Direta ou indiretamente.
Eu não gostava nem gosto de emocore. Um dos motivos é que conseguiram transformar um movimento de protesto – uma forma divertida de desabafar revolta política –, em choro de criança. O emocore, veia do hardcore, e este artéria do punk, conseguiu acabar com algumas décadas de rebeldia.
Não vejo problema em resmungar as mágoas amorosas e desencantos com a vida. Eu tenho um flanco fraco nesse ponto também. Mas tinha quer usar o punk pra isso? Tudo bem. Os Ramones cantavam desilusões amorosas também, mas não era assim tosco como o Emocore fez.
Outro motivo do meu repúdio ao emocore pode ser a qualidade do que é produzido. O que aconteceu foi que umas 2 ou 3 bandas começaram a fazer um som legal com essa temática emotiva (não cito nomes por não as conhecer) e o resto copiou descaradamente. E tornaram ainda pior a qualidade do que já não era tão bom – eu não acho que o hardcore tenha assim tanta qualidade musical.
E pra mim, o pior: eu não admito um desejo de revolução se o que já está fluente é tão bom. Com isso, quero dizer que já existe coisa boa que foi produzida e está sendo produzida sem necessidade de desmoralizar o rock.
Pra mim o rock é rebeldia em essência: não há problema em falar de amor, mas isso deve ser encarado com resistência e vigor.
Está na hora de citar alguns exemplos. Eu, quando estou numa fase “deprê”, costumo ouvir algumas coisas do tipo The Gathering, Ill Niño, e os clássicos, Cure, Joy Division, Legião Urbana, e muitos outros que sabem se expressar e mantém um certo nível.
Fora do rock, pra mim, é que está o mais interessante. Tirando Roberto Carlos, Fagner e Reginaldo Rossi – clássicos –, sobra o quê? Hum? Toda a bossa nova, é claro!
Olha, pra mim esse é uma das grandes coisas do Brasil: A Bossa Nova. Desde os seus pais, Samba e Jazz, até as novidades eletrônicas. Muito material bom. Abrange do delicado, do amor platônico, da dor de cotovelo até o divertido, o saudável, o galante, cafajeste amor. Além das letras temos, é claro, a técnica, a habilidade musical.
Da bossa nova nem vou citar artistas. É só sortear um nome e se deliciar com o som.
Entendem agora por que o meu descaso com o emocore? Tanta coisa no mundo pra aliviar as mágoas, e precisam ainda inventar moda?
Acho que, enfim, consegui expor meu ponto de vista.
Para quem estiver querendo saber mais sobre música de qualidade, vou deixar esse link que informa bastante sobre a MPB, das antigas. No link, a letra de uma das minhas favoritas: Samba em prelúdio.
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Diego Koala
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20:27
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Tópicos Entretenimento
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Pré-Julgamento do Cigarro
O Cigarro! O inimigo! Acompanhei a mudança do cigarro de companheiro para carrasco. A propagando do cigarro era livre, alegre, bastante convidativa. Tinha apenas uma tela azul com umas letras em branco e uma voz que falava algo que não devia ser muito interessante, senão apareceria em cores mais chamativas.
Durante a política da boa vizinhança do cigarro com o mundo, tudo prosperou. Desde os agricultores, como os transportadores, indústria, empresários, distribuidores e botequins, claro que junto com as doenças, cânceres, crises alérgicas, revoltas, processos e mortes.
Os donos dos negócios, claro que iriam pegar seus investimentos e redefinir sua base de sustentação, mas e o funcionário lá embaixo? Você pode até pensar que é exagero meu, que o funcionário seria re-alocado em outro tipo de empresa, mas estou falando da quantidade de gente no mundo que sobrevive do cigarro. Se quando ocorrem demissões duma indústria, já cria um problema de desempregados em excesso naquela cidade, imagine no mundo? Quanta falta de investimento empresas de transporte normal deixariam de receber porque não poderem mais transportar o cigarro? Levariam todos numa falência seqüencial, uma escala dominó. Quem não recebe não pode pagar.
Supondo isso, penso em tantas outras coisas que deviam ser resolvidas na sociedade em ao invés disso, são sustentadas. As decisões não são fáceis, uma coisa influencia em outra, que influencia numa terceira, numa quarta ...
Não que tudo o que digo seja 100% certo, mas pensando nisso lembro da quantidade absurda de pré-julgamentos que fazemos das situações, da sociedade e das pessoas.
O mp3, por exemplo, sendo um destruidor do respeito aos autores de músicas e tudo mais, mas também existe o fato da diminuição na produção de CD´S, da extração desse material, das distribuidoras e motoristas; Até mesmo a vida de algumas gravadoras está ameaçada, pois a produção independente vem avançando, e sua distribuição totalmente virtual. E além disso as diversas vezes que vemos um comentário de aumento de salários e pulamos felizes, claro, não conseguimos prever direito como isso irá aumentar a inflação !
A nossa percepção não pode ser de apenas um prisma, temos de buscar a outra opinião, ter compaixão ao outro e sua voz. O problema é que isso exige comprometimento e compaixão e ninguém quer ter responsabilidade, nem respeitar o outro.
Vemos aquilo que nos interessa e o resto, é exatamente isso, resto!
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HOVO
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23:53
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Tópicos preconceito, R. Social
sexta-feira, 9 de maio de 2008
Potenciais
"Onde não há potencial, não há movimento".
Acho que a introdução do potencial no estudo da natureza foi uma das sacadas mais interessantes dos cientistas. Não tenho certeza, porém acredito que exista o conceito de potencial em todas as áreas da ciência. Para citar apenas alguns, temos o potencial elétrico, energia potencial elástica, gravitacional. Esses potenciais são vistos perante a ótica de energia, que com certeza é interessantíssima.
Eu vi uma entrevista há pouco tempo. Foi apenas uma pequena parte, mas o homem falava sobre o conceito de potencial na física. Isso me fez pensar sobre o potencial aplicado ao cotidiano.
O potencial é uma forma de dizermos que aquele lugar ou objeto apresenta uma valor diferente daquele que estipulamos para o nosso “nível zero”. Dessa forma, o sistema possui uma certa quantidade disponível em relação a outro sistema. Podemos usar essa quantidade a nosso favor, fazendo o sistema alcançar o nível zero, ou temos que disponibilizar para o sistema uma quantidade para ele sair do nível zero. Dizer isso de maneira informal fica meio estranho mesmo...
Fisicamente, por exemplo, temos a energia potencial gravitacional(U). Suponhamos que você esteja no alto de um prédio com um objeto na mão. Digamos que o nosso “nível zero” seja a rua. Hoje conhecemos uma fórmula para quantificar U, que é U=mgh, onde m é a massa do objeto, g é a aceleração da gravidade(constante nesse caso) e h a altura do prédio em relação à rua. Pronto. O objeto possui um potencial. Se você soltar o objeto, esse potencial vai ser usado para levar o objeto até a rua. Nesse ponto, agora, ele tem potencial zero. Se você quiser levá-lo de volta até o alto do prédio, precisa gastar o potencial dos seus músculos subindo as escadas. Ou, se considerar um buraco abaixo da rua, pode soltar o objeto de novo que ele vai para o fundo do buraco. Modificamos aí nosso nível zero.
Fora da física, eu nunca tinha pensado no potencial. Mas vejo que o nosso movimento, as nossas ações são realizadas porque existe um potencial intrínseco no sistema. Explico: quando vamos trabalhar, apenas o fazemos porque queremos alcançar um determinado nível: ganhar dinheiro, por exemplo. Se esse nível tiver um valor menor que “estudar”, p. ex., iremos então estudar. O potencial do trabalho é usado para nos dar dinheiro nesse caso.
A diferença de potencial é o que nos faz querer sair do lugar, fazer alguma coisa. Quem tem um potencial artístico deve gastá-lo produzindo artes. O potencial nos diz que temos algo sobrando e que podemos usá-lo da melhor maneira que nos convier.
No momento, o meu potencial vai ser usado para ir fazer o jantar. O nível zero? Matar minha fome hehehehehe
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Diego Koala
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00:19
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quinta-feira, 1 de maio de 2008
Animais geneticamente modificados
Foi só uma estranha sensação sobre a mudança, além de teorias da conspiração com essas modificações. Modificações genéticas com animais não é novidade, mas lendo esse artigo pensei no seguinte:
Para combater os mosquitos da dengue, a Malásia produz mosquitos geneticamente modificados, que ao gerarem ovos, suas larvas morrerão antes de virarem mais mosquitos.
Ler matéria
Perfeito. Mas fico pensando que, se nós conseguimos ver em nós humanos, modificações físicas e outras anomalias genéticas, e tudo isso pela simples probabilidade. (ou lei de murphy)
Se, sem intervenção científicas, ocorrem anomalias genéticas nos seres vivos, será que esses mosquitos ou outros animais (de difícil controle populacional) como este, não poderiam facilitar para variações cada vez maiores e inesperadas ?
Eu sei que é uma teoria catastrófica, mas existe uma probabilidade das variações genéticas saírem do controle humano, e "avaçarem" em evolução muito a frente do que avançamos em controle desses seres ou os vírus que eles carreguem.
E você, o que acha disso?
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HOVO
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15:32
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Tópicos Conspirações, Genética

Ou pelo menos ouvir com consciência da letra e talvez, talvez, mudar um pouco de atitude. Será que vocês não conhecem alguém que ao ouvir uma música perguntou quem era o cantor, ou sua influência, ou leu alguma coisa além da letra, pesquisou a fonte de inspiração ou se identificou a ponto de agir.
